quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A HISTÓRIA OCULTA DO MUNDO ISLÂMICO : A PEDOFILIA DO HAMAS

A HISTÓRIA OCULTA DO MUNDO ISLÂMICO : A PEDOFILIA DO HAMAS

Olhem, denunciem e repassem essa barbaridade


Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.





Infância perdida, abuso certo: Você ficará calado?

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto)

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

"Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas

As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

As fotos do casamento relatam o resto desta história sórdida




Noivas de 4 a 10 anos: Presentes de 500 dólares
O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.



Nesta hora até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo.
A prática da pedofilia teria base e apoio do islã. O livro Sahih Bukhari em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda..

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê.. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota...É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.

Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba. Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.

3 comentários:

Oinohtna disse...

Venho aqui humildemente me manifestar a respeito desta notícia. Não sou simpatizante do Hamas e não sou judeu. Sou um cidadão deste planeta que está aqui manifestando a sua opinião.
Este tipo de notícia, por mais que pareça uma grande afronta á toda humanidade, e realmente é, não é novidade para o mundo ocidental. Estes costumes culturais, vergonhosos, são tolerados por suas respectivas populações. Mas o motivo do meu comentário não se refere tanto ao conteúdo deste post, e sim, sobre o "medo" semeado com este tipo de notícia. Baseado pelo conteúdo divulgado aqui por este blog, estamos passando por momentos difíceis e o nosso planeta está sofrendo grandes mudanças. E tudo que não precisamos é o "medo", todos devemos estar centrados em nosso equilíbrio e o "medo" tem ser cada vez mais evitado e eliminado.
"Coerência e bom senso" são as minhas palavras em relação a este tipo de notícia, pois, até então eu visitava este blog em busca das mensagens que me elevassem, ao contrário desta.
Peço paz a todos e que busquem o equilíbrio evitando o "medo".

jayme disse...

eu concordo com o Oinohtna, práticas como essa são heranças culturais e não da forma como é praticado no ocidente, violencia generalizada. acho que isso deve ser respeitado e nos preocupemos mais com os absurdos praticados aquí mesmo onde não há a menor cultura em relação a isso ficando a merce do fanatismo da pedofilia. Ayam . Namastê.

frank danner rodrigues disse...

Acho que ignorar é aceitar; preocupar apenas consigo mesmo é egoísmo e não falar nada é que é medo!!!
Quando vampos ter um mundo paz e de valorização humana????????????